quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos


Opaa... neste fim de semana, estreou a última parte da trilogia advinda de O Senhor dos Anéis: O Hobbit: a Batalha dos Cinco Exércitos, baseado na obra de J.R.R. Tolkien e dirigido por Peter Jackson. O longa conta com James Nesbitt (Bofur), Adam Brown (Ori), Richard Armitage (Thorin), Aidan Turner (Kili), Dean O'Gorman (Fili), Graham McTavish (Dwalin), John Callen (Oin), Stephen Hunter (Bombur), Mark Hadlow (Dori), Peter Hambleton (Gloin), Ken Stott (Balin), Jed Brophy (Nori) e William Kircher (Bifur) como os anões da companhia. Jeffrey Thomas e Mike Mizrahi são os reis anões Thror e Thrain. Cate Blanchett (Galadriel), Hugo Weaving (Elrond), Elijah Wood (Frodo), Orlando Bloom (Legolas), Andy Serkis (Sméagol), Mikael Persbrandt (o transmorfo Beorn), Sylvester McCoy (Radagast), Lee Pace (Thranduil), Bret McKenzie (Lindir), Stephen Fry (o prefeito de Esgaroth), Evangeline Lilly (Tauriel), Barry Humphries (rei dos orcs), Luke Evans (Bard), Benedict Cumberbatch (Smaug), Ryan Gage e Conan Stevens também estão no elenco, ao lado de Martin Freeman (Bilbo Bolseiro), Ian McKellen (Gandalf) e Benedict Cumberbatch (Smaug).

Esse pode ser o post mais controverso que já escrevi, e ainda, creio que irei contra muita gente, mas de cara, adianto que a história de Bilbo Bolseiro e cia, chama muito mais atenção que a trilogia anterior, a começar pelo protagonista. Bilbo age como um verdadeiro anti-herói e chama pra si a responsabilidade dos principais acontecimentos do filme, ao contrário de Frodo que foi um mais fardo para sua trupe que o elemento chave.

Apesar de boa atuações e excelentes cenas de batalhas, O Hobbit peca pela excesso de chroma key - me incomodou muito -, erros de produção - as raízes dos cabelos vermelhos e brancos, oram estavam escuros, ora estavam da cor do restante dos cabelos, e pelos tapas-buracos para transforma um único livro em três enormes filmes. Por vezes o filme se torna cansativo e repetitivo. Talvez se resumissem a história em dois episódios, seria menos cansativo para os telespectadores.

Ponto negativo também para dezenas de personagens... por vezes me perdia durante o filme por confundir anões, arqueiros, e elfos.

Em contrapartida, a história em si é muito boa e se fosse mais compactada, seria uma verdadeira obra prima. Mesmo com o excesso de computação gráfica e outros pontos negativos, vale muito a pena. É uma história chamativa e interessante com princípio, meio e fim.

Ponto positivo também para Martin Freeman, Ian McKellen, Orlando Bloom e Evangeline Lilly que conseguiram se destacar em meio a tantas estrelas.

Enfim, se acompanhou a trilogia original e não tem medo de assistir um filme que às vezes é um pouco arrastado, fiquem com o capítulo final de O Hobbit.

Tá Ligado?! A equipe TL! deseja a todos um Feliz Natal. Muito amor no coração de cada um. Obrigado pela presença de vocês por aqui.

2 comentários:

  1. Olá, tudo bem? Esse tipo de filme não faz muito o meu gênero... Rs.... Assisti sábado passado "Boa Sorte". Vale a pena dar uma conferida. Abs, Fabio www.fabiotv.zip.net

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