Páginas

Mostrando postagens com marcador Na Telona. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Na Telona. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Jurassic Word


Opaaa... em cartaz na maioria dos cinemas do Brasil, o filme Jurassic Word, ou, o quarto filme da franquia Jurassic Park, de Steven Spielberg. O longa conta com a direção de Colin Trevorrow Chris Pratt, Bryce Dallas Howard e Nick Robinson nos papeis principais.

Imaginem uma historia qualquer de aventura. Agora some a ela seres existentes apenas no nosso imaginário. Além disso, misture um pouco de drama familiar. Pronto... nasceu Jurassic Word.

Ao ler o comentário acima, você pode imaginar que eu esteja criticando. Muito pelo contrário. Jurassic Word acertou principalmente por não tentar inventar a roda. Usou e abusou de clichês, recriou suas melhores cenas e investiu pesado em efeitos especiais. E isso não foi demérito. 

Além de boas sacadas, viradas importantes e um roteiro bem armado, JW contou com um elenco bem correto e cheio de química. Um excelente filme, com todos os ingredientes para conquistar toda família. Afinal, melhor comer um arroz com feijão bem feito, que um prato caro, mirabolante e sem gosto.

domingo, 31 de maio de 2015

Mad Max: Estrada Para Fúria


Opaaa... em cartaz nas salas dos cinemas de todo o Brasil, Mad Max: Estrada da Fúria, segue agradando e fazendo sucesso, mais pelo boca-a-boca que pela divulgação propriamente dita. Tom Hardy e Charlize Theron protagonizam o quarto filme da franquia visionária de George Miller.

Engraçado é que muita gente não acreditava nesse filme... inclusive Mel Gibson que pulou fora da quarta sequência. Mas... o filme demonstra ser o melhor da franquia. 

Com menos blábláblá que os três primeiros filmes,  Mad Max consegue trazer cenas de ação incríveis e realmente críveis - apesar do tom nada realista. Diferente de Vingadores e Velozes e Furiosos, que usam de ação vazia apenas para somar espectadores, em Mad Max a ação tem uma razão de ser. Talvez pela redução dos efeitos especiais... Não sei, mas aqui, deu muito certo.

A espera por tanto tempo para esta continuação trouxe um George Miller extremamente inspirado, mostrando até aqui, sua melhor produção. Fico pensando como seria o filme da Liga da Justiça nas mãos desse cara.

Tom Hardy foi um substituto à altura para  Gibson, mas o verdadeiro destaque fica por conta de Charlize Theron como Furiosa. A atriz sul africana esbanja sexy appeal no papel mais diferente da sua carreira. Aliás, o filme é dela. Max serve apenas de escada... um co-protagonista, que não deixa de ter cenas tão boas quanto.

Destaque também para Nicholas Hoult que vem melhorando a cada trabalho.

Outro fator positivo foi a estética alinhada à trilha sonora. Um verdadeiro deleite para os espectadores. 

Tem guitarra? Tem! Tem poeira? Tem! Tem corrida? Tem! E tem o melhor filme de 2015.

Boa sessão.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Busca Implacável 3: Implacável até Quando?



Opaaa... está rodando nos cinemas a terceira parte da franquia Busca Implacável (Taken), dirigido por Olivier Megaton e estrelado por Liam Neeson, além de contar com Famke Janssen, Forest Whitaker e Magge Grace no elenco.

Nesta terceira parte, não há mais ninguém para ser sequestrado. Ponto pra produção que soube se reinventar. Mas há uma morte entre as personagens principais, o que faz Bryan Mills fique com  "sangue no zóio", jure vingança pra descobrir quem matou sua sua ex esposa ao mesmo tempo que tenta provar que não foi ele. 
Confuso??? Tá aí a graça do filme. Tudo acontecendo ao mesmo tempo... além de várias viradas no roteiro. Algumas previsíveis, outras nem tanto.

O elenco do filme é bem irregular. Enquanto Liam Neeson mostra-se até aqui uma enorme revelação em filmes do gênero (desde o primeiro Busca Implacável, o ator vem arrebentando - literalmente - em todos os filmes de ação que estrela); Magge Grace continua sempre com a mesma cara de choro desde de Lost, Forest Whitaker ora parece estar rindo, ora parece atuar; e Famke Jassen continua com aquela sobrancelha esquisita não sai do papel de Fênix dos X-Men.

Mas longe de ser um filme ruim, Busca Implacável 3 já começa driblar os sinais de cansaço da franquia. Tendo uma morte como motim principal, o filme deixa de lado obviedade dos dois primeiros longas e parte em busca de outro rumo... 

E sinceramente? Não vi motivo de tanta crítica dos "sites especializados". O filme cumpre a missão de entreter na medida certa. Só não se sabe até quando esta fórmula vai dar certo.

Boa semana!

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Heróis no Cinema


 Quarteto Fantástico

[ATUALIZADO 28/01] A FOX lançou ontem, 27 de janeiro as primeiras imagens oficiais do filme Quarteto Fantástico, além de um teaser trailer.

O filme está sendo considerado por muitos como uma bomba, mas sinceramente? Gostei muito do que vi. Estão meio "Nolan" e isso me deixa animado. Parece que vem coisa séria por aí e não aquele besteirol que a Marvel tem feito com seus outros filmes. Curte o trailer ae:



O filme conta com Miles Teller (Sr. Fantástico), Kate Mara (Mulher Invisível), Michael B. Jordan (Tocha Humana) e Jamie Bell (Coisa), Toby Kebbell (Doutor Destino), Tim Blake Nelson (Harvey Elder) e Reg E. Cathey (Dr. Storm). Com direção de Josh Trank. Jeremy Slater escreveu o roteiro que foi revisado por Seth Grahame-Smith , T.S. Nowlin e Simon Kinberg. O longa tem estreia marcada para 7 de agosto. [FIM DA ATUALIZAÇÃO]

Opaaa... não é segredo pra ninguém que sou doente por histórias em quadrinhos e tudo que deriva delas: filmes, desenhos, seriado... enfim. Inclusive, as postagens com maior número de visitas deste blogue são exatamente os especiais Superman de 2009, divididos em quatro partes (que você pode ver aqui: P1, P2, P3 e P4). Comentei AQUI sobre a estreia de Man of Steel e AQUI sobre Capitão América e Spider Man mas nunca delonguei muito nesse assunto.
Imagina te desafiarem pra uma partida?

Depois de levar uma sova da Marvel no mundo cinematográfico, a DC comics resolveu reagir e finalmente estabeleceu seu próprio universo cinematográfico e em paralelo, o universo das séries com Gotham, Flash, Arrow e possivelmente Supergirl, Krypton e Jovens Titãs

No infográfico abaixo, temos as estreias dos filmes baseados em histórias em quadrinhos até 2020 da Marvel, Sony, Fox e Warnner... Para os nerds de carteirinha, estamos bem servidos até 2020. Particularmente, estou muito animado com o filme solo da Maravilha, Batman vs Superman e Liga da Justiça.
Os nerds piram.

Sendo assim, vou fazer um post fixo com as atualizações sobre este universo. Farei um especial sobre Batman vs Superman: Dawn of Justice que estreia em março de 2016 e a medida que outros filmes forem se confirmando e avançando as filmagens, vou abrindo tópico fixo. Caso queiram, tragam também novidades pra cá.

Bom fim de semana!

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos


Opaa... neste fim de semana, estreou a última parte da trilogia advinda de O Senhor dos Anéis: O Hobbit: a Batalha dos Cinco Exércitos, baseado na obra de J.R.R. Tolkien e dirigido por Peter Jackson. O longa conta com James Nesbitt (Bofur), Adam Brown (Ori), Richard Armitage (Thorin), Aidan Turner (Kili), Dean O'Gorman (Fili), Graham McTavish (Dwalin), John Callen (Oin), Stephen Hunter (Bombur), Mark Hadlow (Dori), Peter Hambleton (Gloin), Ken Stott (Balin), Jed Brophy (Nori) e William Kircher (Bifur) como os anões da companhia. Jeffrey Thomas e Mike Mizrahi são os reis anões Thror e Thrain. Cate Blanchett (Galadriel), Hugo Weaving (Elrond), Elijah Wood (Frodo), Orlando Bloom (Legolas), Andy Serkis (Sméagol), Mikael Persbrandt (o transmorfo Beorn), Sylvester McCoy (Radagast), Lee Pace (Thranduil), Bret McKenzie (Lindir), Stephen Fry (o prefeito de Esgaroth), Evangeline Lilly (Tauriel), Barry Humphries (rei dos orcs), Luke Evans (Bard), Benedict Cumberbatch (Smaug), Ryan Gage e Conan Stevens também estão no elenco, ao lado de Martin Freeman (Bilbo Bolseiro), Ian McKellen (Gandalf) e Benedict Cumberbatch (Smaug).

Esse pode ser o post mais controverso que já escrevi, e ainda, creio que irei contra muita gente, mas de cara, adianto que a história de Bilbo Bolseiro e cia, chama muito mais atenção que a trilogia anterior, a começar pelo protagonista. Bilbo age como um verdadeiro anti-herói e chama pra si a responsabilidade dos principais acontecimentos do filme, ao contrário de Frodo que foi um mais fardo para sua trupe que o elemento chave.

Apesar de boa atuações e excelentes cenas de batalhas, O Hobbit peca pela excesso de chroma key - me incomodou muito -, erros de produção - as raízes dos cabelos vermelhos e brancos, oram estavam escuros, ora estavam da cor do restante dos cabelos, e pelos tapas-buracos para transforma um único livro em três enormes filmes. Por vezes o filme se torna cansativo e repetitivo. Talvez se resumissem a história em dois episódios, seria menos cansativo para os telespectadores.

Ponto negativo também para dezenas de personagens... por vezes me perdia durante o filme por confundir anões, arqueiros, e elfos.

Em contrapartida, a história em si é muito boa e se fosse mais compactada, seria uma verdadeira obra prima. Mesmo com o excesso de computação gráfica e outros pontos negativos, vale muito a pena. É uma história chamativa e interessante com princípio, meio e fim.

Ponto positivo também para Martin Freeman, Ian McKellen, Orlando Bloom e Evangeline Lilly que conseguiram se destacar em meio a tantas estrelas.

Enfim, se acompanhou a trilogia original e não tem medo de assistir um filme que às vezes é um pouco arrastado, fiquem com o capítulo final de O Hobbit.

Tá Ligado?! A equipe TL! deseja a todos um Feliz Natal. Muito amor no coração de cada um. Obrigado pela presença de vocês por aqui.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Annabelle


Opaaa... estreou há pouco tempo, Annabelle, o spin-off do excelente Invocação do Mal, dirigido por John R. Leonetti. O longa conta com Annabelle Wallis, Ward Horton e Alfre Woodard.

Um ano após o lançamento vitorioso de  Invocação do Mal, a Warner lança a história da boneca Annabelle, um prelúdio do filme anterior. Assim como IM, Annabelle tem excelentes momentos de tensão, nos fazendo pular da cadeira por diversas vezes, porém, não chega a 1/3 do terror do filme de 2013, provavelmente por ter uma trama não tão bem amarrada quanto o original.

Mesmo assim, vale a pena conferir o longa, seja pela atuação da dupla protagonista, trilha sonora instigante, figurino e sobretudo, da direção segura de John Leonetti. O destaque do diretor foi tanto, que ele já está sendo sondado para dirigir um dos blackbuters da DC.

Bom fim de semana e ótima sessão.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

O Espetacular Homem-Aranha 2 X Capitão América: O Soldado Ivernal



Opaa... 2014 promete ser excelente ano cinematográfico pra quem é fã de super-heróis. Em abril e maio, foi lançado as continuações de Capitão América (Capitão América 2: O Soldado Invernal) e Homem Aranha (O Espetacular Homem Aranha 2: A Ameaça de Eletro). Caso não goste de spoilers, não continue lendo este texto!

Em CA2, conseguimos nos entreter com um excelente filme de ação/espionagem. Caso resolvessem tirar a história de super-herói como pano de fundo, a história certamente passaria por um filme deste gênero. Diferente do primeiro, este filme mostra-se mais interessante e ousado, e graças a Deus e ao bom senso dos roteiristas, sem aquelas enxurradas de piadinhas  típicas dos filmes da Marvel.

Se Chris Evans conduz um Steve Rogers de maneira impecável, Scarlett Johansson faz de sua Viúva Negra (Natasha Romanoff) o ponto alto do filme. A química entre os atores, somado à boa e segura direção dos irmãos Anthony e Joe Russo fazem de CA2 um filme mais maduro e um dos melhores da franquia Marvel. Realmente um filme adulto!

Agora, espetacular foi mesmo OEHA2. Sim! Particularmente achei espetacular e fantástico. Diferente da cagada que Sam Raimi fez em O Homem Aranha 3, Marc Webb soube distribuir três vilões num único filme, jogando luz (tá, foi um pouco superficial) sobre a verdadeira ameaça (Eletro) e criando ganchos para o futuro da franquia: O Sexteto Sinistro

O amigão da vizinhança estava em plena forma, e aqui, diferente dos filmes da Marvel, as piadinhas não soaram forçadas, pois fazem parte do universo do cabeça de teia. Outro ponto positivo da produção, é que ele foi feito para ser assistido em 3D. Vale realmente à pena. Diferente de outras produções em que a película é jogada em cima das imagens, neste filme ela foi calculadamente inserida, nos levando embarcar junto ao herói em suas aventuras por Manhattan.

As referências aos quadrinhos foram bem claras... o romance entre Peter e Gwen foi bem explorado. Andrew Garfield e Emma Stone exalavam um romance a cada cena... tudo foi caminhando para o final trágico da loira. E por mais que todas as referências estivessem ali (duende, capa, tiara) ficava difícil imaginar como a chocante cena seria jogada no ar. Mas quando foi feita, depois do choque inicial, foi perfeita. Uma das melhores adaptações dos quadrinhos já transportadas para as telas dos cinemas.

Vale muito a pena, tanto Capitão quanto Homem Aranha.

Bom fim de semana!!!

domingo, 9 de março de 2014

Robocop - O Policial do Padilha

Opaaa... está em cartaz o remake de Robocop, produzido originalmente em 87, agora estrelado por Joel Kinnaman e dirigido pelo "nosso" José Padilha.

A história do policial Alex Murphy, todo mundo sabe, mas a forma como Padilha resolveu contá-la soou tão, ou até mesmo mais eficiente que o original. Sei que muitos saudosistas irão esbravejar, mas tentem assistir a produção sem comparações e mimimis e percebam que em pequenos detalhes a trama consegue aprofundar em uma reflexão mais complexa. Logo de cara, já sentimos a maneira peculiar da direção. Muitas tomadas e closes, que em muito lembraram Tropa de Elite 1 e 2, obras já consagradas em território nacional.

Tenho acompanhado este filme desde o momento de sua pré-produção e nada mais justo que saldar José Padilha por ousar fazer um filme do seu jeito, sem  perder o foco por conta de pressões do estúdio. A ousadia foi tanta, que as primeiras tomadas do filme, ficam por conta de uma ferrenha crítica à soberania do american way de ser; crítica que nos acompanha até os créditos finais.

Bacana também, foi o resgate - penso que como forma de homenagem - do filme original, como o som da pisada e alguns bordões do filme de 87. Outro destaque, foi o fato de Joel Kinnaman ter realmente vestido a armadura e não ter sido criada em CGI. Garantiu maior veracidade.

Ponto também para releitura do uniforme do Robocop. Enquanto muitos viraram a cara (volto a criticar os saudosistas de plantão), eu particularmente adorei. Muito correto e condizente com a atualidade sem fugir do padrão já eternizado pelo original, tal qual Homem de Aço.

Divulgação do filme no Brasil
Ponto também para o elenco que em nada comprometeu a produção. Joel Kinnaman cumpriu bem o papel Alex Murphy. Longe de ser uma excelente atuação, porém não comprometeu, mesmo quando era engolido em cena por Gary Oldman, atuando mais uma vez impecavelmente, na pele do Dr. Dennett Norton, o pai do robô. Samuel L. Jackson está absurdamente à vontade no papel da mídia tendenciosa. Lembrou-me muito algumas peças daqui. Michael Keaton me fez recordar a atuação de Kevin Costner. Por muito tempo, pensei estar diante do guarda-costas. Fez um vilão correto e nada mais. Outra que mandou super bem, foi a linda Abbie Cornish, como Clara. Mesmo com menos tempo em cena que trio protagonista, Abbie arrasou sempre que surgia na telinha.

Como nem tudo são flores, a produção de 2014 peca exatamente por falta de coragem do diretor em se posicionar. Como assim? Pirou Brunno? Acabou de escrever que Padilha foi ousado! Sim, José Padilha foi muito ousado em ter levado o filme exatamente como quis, mas faltou se posicionar no final. Para um filme com tanta ousadia, ficar em cima do muro, destoa de tudo que foi apresentado.

Agora é torcer para que haja uma continuação e nosso diretor consiga se posicionar melhor, para nos brindar com um filme 100%.

Boa sessão.