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segunda-feira, 18 de julho de 2011

A Cura

Opaa... ultimamente tenho tido sérios problemas com lançamentos. Por isso, neste fim de semana em meio ao turbilhão de coisas que tenho que resolver, assiti A Cura (1995), de Peter Horton, com , Aeryk Egan e Delphine French.

Um filme tocante e muito, mas muito emocionate que conta a tragetória de Dexter (Joseph Mazzello), um garoto de 11 anos que adquiriu AIDS por uma transfusão sanguínea e Erik (Brad Renfro) um adolescente solitário que faz de tudo para encontrar a cura para o amigo e derrubar o preconceito em torno da situação.

Apesar de simples, o longa tem uma estória bem complexa, pois explora de forma sutil, mas profunda sentimentos, valores morais, relações relações familiares e amizade.

Pra quem gosta de drama, é uma excelente pedida... pra quem não gosta, Também!

Te Liga! Caso queiram, o filme está disponível na íntegra no YouTube.


Boa semana!

domingo, 19 de junho de 2011

X-Men Primeira Classe: Uma Lavada de Alma

Opaa... neste fim de semana façam algo de diferente. Não, não é pra tomar uns bons drink, mas ir ao cinema assistir X-Men Primeira Classe, dirigido brilhantemente por Matthew Vaughn, encabeçado por James McAvoy como Charles Xavier e Michael Fassbender como Erik Lehnsherr.

O filme é uma lavada de alma aos fãs da franquia, que assim como eu, ficaram extremamente decepcionados com o rumo totalmente "sem noção" que a história teve em X-Men 3 - O Confronto Final. Com interpretações seguras e um excelente roteiro de Bryan Singer, X-Men soube nos propiciar excelente momentos à frente da tela de cinema. Vaughn e McAvoy formam uma dupla perfeita, alternando sempre entre momentos de amor e ódio, nos fazendo acreditar realmente nesta amizade de 50 anos. O filme explica exatamente porque não daria certo fazer filme solos de suas personagens, Magneto e Xavier estão intimamente ligados. Ressalto aqui, que este é o primeiro filme em que gosto de McAvoy.

Ao invés de efeitos especiais fodásticos, o longa se vale pelas atuações de Matthew Vaugh e James McAvoy e de um texto bem seguro de Singer. Com um roteiro simples, mas muito bem esmiuçado pela equipe de Singer, X-Men retoma o drama da intolerância entre humanos e mutantes, além da auto aceitação, vividos muito bem pelas personagens de Mística (Jennifer Lawrence) e Fera (Nicholas Hoult).

Outro ponto forte do longa, foram as grandes referências aos quadrinhos, como o uniforme amarelinho (êta saudade) e o enquadramento - na forma de revistinha em quadrinho mesmo - enquanto Charles e Magneto treinam seus alunos.

O filme conta com um vilão mau (muahahaha) vivido muito bem por Kevin Bacon - que pela primeira vez não apareceu pelado em cena -, liderando no outro extremo o Clube do Inferno. Talvez aí neste núcleo esteja um pequeno erro do longa, pois Emma Frost era apenas uma bela mulher submissa a Sebastian Shaw (Bacon), e não uma sensual e manipuladora Rainha Branca. Mas nada que apague o brilho desta produção.

Com sacadas entre a fantasia e fatos reais, X-Men Primeira Classe trouxe dignidade à melhor franquia de super-heróis dos quadrinhos.

Boa sessão!

domingo, 29 de maio de 2011

Piratas do Caribe 4 - Não é Tão Fabuloso Assim

Opaa... estreou nos últimos dias Piratas do Caribe 4 - Navegando em Águas Misteriosas, estrelado por Johnny Depp interpetrando excelentemente bem o capitão Jack Sparrow, Penélope Cruz, Geoffrey Rush e Ian McShane.

O quarto filme da bem sucessida série é envolvida pelo romance (?) de Jack e a filha do terrível Capitão Barbanegra que entre trancos e barrancos buscam a fonte da juventude. Como nos outros filmes, o longa transita entre o humor pastelão, com cenas de ação e correria bem trash  e o humor mais refinado, como por exemplo Jack pergunta a seu pai (aquele cara velho enrrugado dos Rolling Stones, como diria Vani) se ele conhecia a fonte da juventude e o mesmo respode: "olhe bem pra minha cara!".

Ficou claro que esta sequência tentou retornar às origens do primeiro filme, mas não conseguiu empolgar tanto como os antigos, que apesar de serem bem mais malucos, tinham mais consistência. Seria culpa da troca de Orlando Bloom e Keira Knightley (que exigiram um cachê milionário para retornarem aos estúdios) por um romance fraco entre um seminarista e uma sereia?

O filme a meu ver, serve mais como uma base sólida para que outras sequências possam vir. Mas essa base poderia ser bem mais temperada não?

Não estou dizendo que o filme é ruim, longe disso, mesmo porque a dobradinha entre Deep e Cruz foi a melhor coisa que aconteceu à serie, fazendo que a mesma respire melhor, porém faltou e sobrou algo. Sobrou cenas enfadonhas e faltou mais ritmo à estoria um muita maldade ao bonzinho (que na sempre que aparecia era chamado de terrível)  Barbanegra!

Vale muito à pena assistir o longa, mas só se tivermos esperança que um quinto filme aconteça mais mirabolante e que Cruz permaneça no elenco.

Boa semana!

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Ele é Digno

Opaa... já disse várias vezes que adoro filmes de super-heróis. E graças a Deus, até 2012 o cinema estará repleto desse gênero.

Há 3 semanas fui assistir Thor - O Deus do Trovão. Muito, muito bom.

Confesso, que nunca simpatizei pelo herói. Da minha coleção de quadrinhos, NUNCA li nenhuma estória de Thor, apenas as que ele fazia participação em outros quadrinhos e em Os Vingadores. Confesso ainda, que fui assistir o filme, pra poder entender Os Vingadores ano que vem... foi então que bateu aquele arrependimento...

Não que o filme seja excelente como Homem de Ferro, Hulk e O Cavaleiro das Trevas, mas se contasse com alguns ajustes, teria tudo para ser tão bom quanto, pois tem dois trunfos no elenco: Natlie Portman e Anthony Hopkins, que salvam - literalmente - o longa quando este começa a correr perigo.

O longa conta com boas atuações, inclusive do estreante Chris Hemsworth e uma excelente direção, porém pecou no roteiro. Acho que o tempo dele na Terra foi muito curto para aprender o que realmente precisava... ainda bem que tinha Natalie Portman para salvar algumas cenas... Mas nada muito grave. Nada que tenha comprometido o resultado final, de um filme DIGNO!

Agora é recuperar meus quadrinhos e tentar recuperar o tempo perdido e aguardar o Lanterna, Capitão e depois assistir a galera em Os Vingadores!

Boa sessão!

sábado, 30 de abril de 2011

Nova Década, Novas Regras e um Excelente Filme

A principal regra de uma refilmagem é: "não foda com o orginal". Com esta frase, Sidney Prescott (Neve Campbell) encerra o início de uma nova trilogia da franquia Pânico.

Brilhantemente dirigido e roteirizado respectivamente por Wes Craven e Kevin Williamson, Pânico 4 volta 15 anos após o primeiro filme cumprindo a proposta original: reinventar o gênero. Sinceramente, fui ao cinema morrendo de medo de esta nova sequência acabar com o belo trabalho de outrora, porém fui surpreendido positivamente. E bota positivo nisso.

O filme soube se adequar perfeitamente a nova realidade, mesclando as personagens dos primeiros com os adolescente desta nova proposta. Confesso que foi meio estranho ver Sidney como a "tia" do filme, mas foi melhor ainda rever suas lutas com o mascarado assassino. Surpreendente do incío ao fim, mesclando momentos de comédias com o melhor do terror. Um terreno que Wes soube trabalhar direitinho.

Outro acerto do diretor foi trazer de volta os três filmes em algumas passagens para ilustrar os novos caminhos, abrindo espaço para as próximas sequências. Além da trilha sonora que é A MELHOR de todos os filmes.

Gale e  Diwey ainda são os mesmos de sempre, porém, a jornalista perdeu um pouco o brilho nesta sequência. Seria efeito de tanto botox???

Para quem ainda não viu os anteriores, recomendo que assistam, pois a produção não se preocupou em momento algum de reapresentar as personagens, apenas deu sequência ao fim do terceiro.

Enfim... se gostam do gênero corram para o cinema mais próximo. Vale muito a pena.

Boa sessão

domingo, 17 de abril de 2011

Cisne Negro X Bruna Surfistinha

Opaa... neste domingo tem dica de filme. Aliás, duas dicas. Dois filmes bem elogiados... aliás, um mega elogiado (não sei por quê) e outro nem tanto.

Se gosta de drama, corra aos cinemas e curta as últimas semanas de Cisne Negro e Bruna Surfistinha. Dois excelentes filmes para quem gosta do gênero. Não por causa dos filmes em si, mas pela direção e atuação das protagonistas.

Deborah Secco, se não fosse as marcas de expressão em seu rosto, passaria calmamente como uma garota de 16. Conseguiu dar o tom certo e fazer sua personagem evoluir ao longo das cenas. Não ficou devendo em nada para a musa do "grande" Cisne Negro. Natalie Portman fez de sua bailarina, o foco de todo o filme. Posso ser apedrejado por isso, mas uma não ficou devendo nada a outra. 



A direção e trilha sonora de ambos os filmes também conseguiram imprimir a verdadeira mensagem que queriam passar. E só. Achei bem fraco os filmes em si. Com Bruna Surfistinha ficou aquela coisa: hei, isso não estava no livro... ou, faltou contar aquilo. Com Cisne Negro ficou o sentimento de: É Isso???

Se gostam de um bom drama, assistam. Se gostam de uma boa atuação, assistam. Se gostam de sexo, assistam. Mas se esperam um grande filme, fiquem em casa.

Até mais!

domingo, 13 de março de 2011

Gisééééélle!

Opaa... pra quem fica em casa em pelno domingão sem nada de bom na TV, nada melhor que um bom DVD. E como domingo lembra família, uma excelente produção da Disney é uma boa pedida.

A dica de hoje fica com Encantada (2007), com Amy Adams, Patrick Dempsey, James Marsden e Susan Sarandon, dirigido brilhantemente por Kevin Lima. 
 
O filme reúne o melhor de cada conto Disney em uma única produção: bruxa, princesa, príncipe, amor, musicais, comédia, romance e aventura.

A trama gira em torno de Giselle, uma princesa que no dia do seu casamento é arremessada de Andalásia para o mundo real. Aqui, Giselle conhece Robert, um advogado durão que a ensina a viver o amor de outras formas. Como toda história de princesa Disney precisa de um príncipe, Eduard vem em busca de sua amada, para  salvá-la das garras da madrasta malvada.
 
Um filme bonitinho... bom para assistir em uma tarde de domingo por reunir exatamente elementos despretenciosos, e ser de um excelente bom gosto, tanto no enrredo e canções, como na direção e atuações. Destaque para Susan Sarandon que faz uma pontinha, mas rouba toda cena pra si.



Até mais!

domingo, 27 de fevereiro de 2011

A (re) Reinvenção do Terror

Opaa... 2011 e 2012 serão dois anos extremamente feliz no campo cinematográfico pra mim. Irá estrear nos cinemas vários filmes baseados em HQ`s de super-heróis - que eu colecionava - e ainda uma segunda trilogia de Pânico, do mestre do suspense Wes Craven. 

Como fã da franquia Pânico, estou hiper ansioso com a estreia em 15 de abril deste ano. E para ir me preparando, re-re-re-re-assisti os três primeiros filmes que marcaram minha infância e adolescência. Se você gosta do gênero e ainda não viu nenhum filme da franquia não sabe o que está perdendo. 

Dez anos depois do último filme, Wes pretende relançar o gênero pegando alguns ingredientes do estilo atual, mas mantendo o suspense vitorioso de sempre, assim como fez quando estreou o primeiro Pânico. "Nova década, Novas regras" está estampado nos primeiros cartazes que surgiram na rede. Ou seja, podemos esperar mais sangue e torturas a la Jogos Mortais.

Pelo que li, Sidney agora é uma escritora famosa e em turnê pelo lançamento de um livro, retorna a Woodsbor. Lá reencontra Dewey, agora xerife, e Gale casados e com filhos. Esse retorno ocasiona mais uma leva de assassinatos. 

O trailer mostra algumas situações já conhecida pelos fãs. Correria, punhal, telefone... Achei engraçado uma cena em que um grupo de adolescentes estão sentados na fonte, exatamente como no primeiro filme.

Pânico 4 vem aí com o trio de sucesso dos primeiros filmes Neve Campbell, Cousteney Cox e David Arquette. O elenco conta ainda com Marielle Jaffe, Rory Culkin, Erik Knudsen, Hayden Paniettiere, Marley Shelton, Adam Brody, Anthony Anderson, Marielle Jaffe e Nico Tortorella. Anna Paquin e Kristen Bell fazem uma ponta. Roger Labon Jackson, a voz de Ghostface, também está de volta.



Depois deste trailer, nem preciso dizer que minha expectativa é enorme né?

Ah... Não abra a porta, não atenda o telefone e tente não entrar em Pânico!

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Não é Mais Uma Pornôchanchada...


Opaa... Repararam como esse ano foi O ANO dos filmes nacionais. Não só em bilheteria, mas em qualidade. E graças a Deus, uma coisa tem levado a outra.

Fui assistir no cinema De Pernas Pro Ar e fiquei muito surpreso. Achava que seria uma pornô chanchada e no entanto é um excelente filme. Saí de lá, com dor de barriga de tanto rir. E olha que eu fui contrariado...

Ingrid Guimarães está ótima... hilária mesmo. Tem momentos que a gente ri só de olhar pra cara dela. A cena da calcinha que vibrava com música, é a melhor de todo filme. Não havia ninguém no cinema que não estivesse rindo... ALTO. E apesar de ser comédia e ter aquele roteiro batiiiiido, o filme surpreende. Há momentos em que você pensa: “nossa, já está acabando” e o filme dá aquela virada. 
 
Talvez o único deslize foi Maria Paula ter forçado demais a barra em sua interpretação. Às vezes ela esquecia e mandava muito bem, mas quando ela lembrava que era dona de um Sex Shop desandava tudo... Não gostei mesmo.

Ah, outra coisa. Adorei o final! Adoro finais felizes... op`s, não irei dizer mais nada.

Super recomendo o filme. Uma boa pedida pra qualquer dia da semana.

Boa sessão!

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Um Filme Para Dois

Opaa... nesta quarta conferi no cinema O Turista, dirigido por Florian Henckel von Donnersmarcke estrelado - literalmente - por Johnny Depp e Angelina Jolie.

Confesso que fiquei com um pouco de medo de gastar a toa com a produção de Donnersmarcke, uma vez que li algumas críticas nada animadoras pela internet, e uma imensa nota naquela revista que é um pouquinho mentira, é super tendenciosa, Veja, dizendo que o filme até funciona, mas Jolie quer os holofotes somente pra ela.

Na verdade é um pouco difícil os holofotes, e nós telespectadores, não direcionar as atenções para a morena. Não que ela seja uma excelente atriz, mas de fato, funciona muito bem para estes filmes.

Johnny Depp, ao contrário do que a tendenciosa disse, mandou muito bem nas cenas em que apareceu e teve seu merecido destaque. É claro que, aquela corridinha em cima do telhado, nos fez lembrar muito o Capitão Jack Sparrow, um pequeno deslize que passa despercebido.

O filme consegue um bom resultado justamente por não se levar a sério e cumpre o papel de entreter, fazendo graça ao tentar ser sério, imitando grandes passagens de filmes de espionagem. A dupla Jolie e Depp conseguem uma boa sintonia e funcionam muito bem. Ah, e é sempre bom ver o ator em uma produção que não seja do Burton... faz bater aquela saudade da parceria, ao mesmo tempo que conseguimos perceber que Depp não é um ator de um diretor só.

O grand finale do filme é surpreendente (não para mim, pois havia matado a charada assim que o casal se hospedou no hotel), e a apairição de Alexander Pearce deixa não só o inspetor de boca aberta, como todos nós espectadores.

Boa sessão.

Te Liga! Pela primeira vez em 16 anos não fui ao cinema como estudante e tive que recorrer a uma promoção de quarta-feira para pagar meia entrada. #toficandovelho

domingo, 30 de janeiro de 2011

Zona Verde, um Filmaço

Opaa... fim de semana batendo, e como sempre, uma dica de filme chegando. A dica de hoje promete agradar a gregos e troianos. Uma produção com várias nuances: Zona Verde, dirigido brilhantemente por Paul Greengrass e estrelado por Matt Damon em uma dobradinha que vem dando certo desde Bourne, pois não se repetem, apesar das semelhanças.

Aliás, Damon vem sabendo escolher perfeitamente seus papeis. Não sei se é sorte, ou competência, mas o cara arrasa.

O filme tinha tudo para cair no estereótipo dos filmes de ação baratas, com porradas e muitos tiros, porém, a produção ousou e apostou em algo mais inteligente. Ao contrário do que a crítica disse, não considerei o filme com um novo Bourne, apesar do estilo, diretor e ator serem os mesmos. Zona Verde consegue o feitio de ir além, pois toca em feridas além de maiores, recém abertas.

Zona Verde chama atenção principalmente de quem gosta de filmes de ação, pois Paul Greengrass consegue nos prender até mesmo em um simples diálogo. Porém, para os nossos “críticos” de plantão, a produção vem com tudo, pois trata de forma verdadeira as políticas da guerra. O mais bacana, é que neste filme, os EUA não é mostrada como a frágil nação perfeita e que sempre é atacada por grandes terroristas, mas sim a grande vilã da história – como verdadeiramente é na maioria das vezes.

Um filme de ação grandioso, que cumpre o papel de entreter, com uma excelente história.

 
Bom fim de semana e boa sessão!

domingo, 16 de janeiro de 2011

O Filme de 2010

Na Telinha

Opaa. Finalmente consegui assistir o grande filme de 2010: A Origem, do aclamado e sempre surpreendente Christopher Nolan.

A grande maioria de vocês já devem ter assistido essa grande obra. Mesmo assim recomendo que assistam  mais duas ou três vezes. Vale muito a pena. Para aqueles que ainda não assistiram, tem o grande dever de fazê-lo. 

Um excelente suspense + ótimos atores + trilha sonora daquelas = produção de Nolan. Como todos os filmes de Nolan, o início parece ser meio chato, mas de uma hora pra outra, o filme toma uma proporção que não nos deixa  sequer respirar. 

Agora é torcer para que o peão não pare de rodar, para sermos agraciados com uma continuação.

Boa sessão!

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Uma Aula de Auto-Ajuda

Na Telinha

Opaa, como na grande maioria do país a chuva não para de cair, nada melhor que um bom filme. E pra variar, como os filmes da Sessão da Tarde não estão lá essas coisas, o melhor caminho a traçar é correr a locadora mais próxima.

A dica de hoje é a excelente comédia-romântica A Verdade Nua e Crua, de Robert Luketic. O diretor optou por fazer um filme completamente descompromissado. E é por este motivo que funciona tão bem.

Na verdade, o filme funciona melhor se você já tiver lido algum livro de auto-ajuda que ressalva a diferença entre homem e mulher, tipo: Homens São de Marte e as Mulheres São de Vênus, etc., a partir daí, vemos que toda essa bobozeira não serve pra nada. Na verdade, nós homens já sabemos disso... rsrsrs

Gerard Butler e Ketherine Heigl exalam uma tensão tão grande, que aprimoram ainda mais a teoria da grande guerra dos sexos. 

Não consegui imaginar outro ator que não seja Butler no papel do machão Mike Chadway. O papel parece ter caído como uma luva para o ator. Aliás, o sucesso do filme se dá pelas frases de efeitos e verdadeiras sobre o que passa "nas cabeças" dos homens. Já Ketherine também tem um bom desempenho, mas arrasa mesmo é com sua dancinha - tomara que o Rodrigo Faro não tente imitar.

Fica a dica. Espero que gostem!
Boa sessão.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Encontro Mais Que Explosivo

Na Telinha

Opaa! Não sei quanto a vocês, mas com esse friozinho acompanhado de chuva, nada melhor que um bom filme. E quando não dá pra sair de casa pra ir ao cinema, pois São Paulo fica uma loucura com toda essa chuvarada, o jeito é recorrer ao bom DVD.

A dica deste fim de semana, é o longa estrelado por Tom Cruise - que vive pela milésima vez um agente federal - e Cameron Diaz, que vem arrebentando em seus últimos papéis provando que não é só um rostinho bonito e um corpo gostoso. Juntos, fazem uma dobradinha perfeita!

O filme é um achado. Uma boa dosagem entre comédia, ação, suspense, romance e uma pequena dosagem de drama.

Apesar de todos dizerem o contrário, eu gostei muito do caminho trilhado por James Mangold na direção do longa. Aliás, venho admirando-o desde Os Indomáveis.

Com tomadas rápidas e boas angulações, o filme conta com um roteiro bem armado, deixando apenas o prazer de assisti-lo. E o mais bacana, é que além de ter início, meio e fim, o filme tem umas sacadas ótimas ao misturar em meio a cenas mirabolantes de ação, uma dosagem de comédia temperada com romance. A cena em que Cameron aprende a atirar então, é uma das melhores do filme. Muito melhor inclusive que algumas comédias mal-feitas. Como disse antes, um verdadeiro achado!

Não é algo devastador, mas fica bem além de ser apenas um bom filme.

Fica a dica. Boa sessão e bom domingo!

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Do Superficial a Lugar Nenhum

Na Telinha

Opaa, como sempre acontece na maioria dos fins de semana, hoje é dia de indicação cinematográfica. Porém a indicação de hoje vai servir mais como um alerta.

Assisti a sequência de Sexy And The City e fiquei extremamente frustrado. O filme vai da superficialidade e chega a lugar nenhum. Não acrescenta nada e só serve para alimentar a visão preconceituosa de que moda é algo fútil e supérfluo. O filme conseguiu quebrar todo o drama construído pela série e que fora alimentado pelo primeiro filme.

Talvez o mais gritante depois do fraco roteiro, seria o visual de SJP. O que era aqueles cabelos e aquelas roupas?! Eu ria a cada cena em que ela entrava. Parecia mais essas novas-ricas mega brega!

Se você não é fã da série, não assista... se for fã não assista de jeito nenhum, pois ficará hiper frustrado com o desastre em cena.

Bom fim de semana!

sábado, 6 de novembro de 2010

Ela Arrebenta

Revirando o Baú

Opaa, como citei em numa postagem anterior, assisti pela enésima vez o filme Roubando Vidas, com Angelina Jolie. Acho que sou meio louco, pois em meio a tantos filmes novos, acabo levando filmes repetidos... foi assim com a trilogia Pânico, Bourne, Stardust... e assim por diante.

Super recomendo esta trama, inspirada no livro de Michael Pye e direção avassaladora de D.J. Caruso. Neste filme, Jolie interpreta (mais uma vez) a policial durona. Revendo o filme, percebi enormes semelhanças com Salt – seu último longa como uma agente gostosona – que iam desde a cor do cabelo, até a simplicidade do roteiro bem armado. O mais bacana do longa, é depois de todo o novelo desenrrolado escutar Angelina Jolie dizendo em sua melhor forma: Você só viu aquilo que eu quis! Putz

Caso estejam cansados desses lançamentos sem história, vale a pena revirar o baú e assisti este excelente filme.

Boa sessão e até mais!

sábado, 23 de outubro de 2010

Na Telinha


Tirando o Atraso 2

Opaa, dando continuidade ao post anterior sobre este momento de “paz” com a locadora, hoje postarei mais dois filmes: Jogos Mortais VI e Idas e Vindas do Amor. Dois gêneros completamente diferentes, meio que “pão com durex”. Hehehe

Sobre o filme de horror da sequência dos jogos armados por Jigsaw, só tenho que dizer uma coisa: Puta Merda! Cara, tirando a trilogia Bourne e a nova roupagem do 007, este é um dos únicos filmes que realmente é sequência de outro. Sequência? Parece que ainda estamos no primeiro filme, pois o passado e presente se misturam a todo tempo e as reviravoltas na trama nos deixam ainda embasbacados. É claro que não tem o mesmo brilho dos dois primeiros, mas o considero como um dos melhores filmes do gênero – pra quem gosta é claro.


Uma coisa interessante neste filme, é que mesmo morto, Jigsaw continua manipulando todo o jogo. O “Angelina Jolie de calças” pensa em todo momento que é o dono da situação, mas é nítido – assim com em Passione que Clara está mentindo – que ele é apenas mais uma peça.

Mudando de área e agradando mais as mulheres, também assisti a comédia-romântica Idas e Vindas do Amor. Um filme “bunitheenho”. Não digo que é ruim... mas também não é excelente. Desde O Amor Não Tira Férias, sempre tentam criar romances de situações muitas vezes fracassadas, outras vezes vitoriosas como em Ele Não Está Tão Afim de Você.

Talvez o maior problemas de IEVDA seja seu elenco... faltou muita e também sobrou muita gente – aquele casal Taylor, o que era aquilo? Aproveitar rostinhos bonitos – em uma mente vazia - numa trama que poderia oferecer bem mais para a talentosa Júlia Roberts. Outro ponto negativo também, é a forma como o romance das personagens de Jennifer Garner e Ashton Kutcher foi apresentado. Ficou muito superficial... JG merecia bem mais.

Tirando esses problemas, o filme cumpre bem sua missão: entreter. Uma boa comédia romântica, que assim como ENETADV merecia se tornar uma excelente série de TV – fazendo um ajuste aqui e ali, é claro!

Te Liga! Ainda neste Fim de semana, assisti o excelente Divã que dispensa comentários, Os Normais 2 (desta vez gostei mais do filme... sei lá me pareceu mais engraçado, porém ainda continuo achando que é um episodio grande da série), um engraçadinho Zohan e o excelente Roubando Vidas. Este último terá um tópico especial.
Bom fim de semana e boa sessão!

sábado, 16 de outubro de 2010

Na Telinha

Tirando o Atraso

Essa semana resolvi tirar o atraso com meu DVD. Aluguei alguns filmes, e a medida que for assistindo posto pra vocês uma nota sobre o filme. Hoje falarei sobre Karatê Kid e Maluca Paixão.

No remake do filme campeão da Sessão da Tarde na década de 90, temos apenas o fio condutor como ligação ao original, de resto não sobra nada. Sei lá, acho que faltou algo... ou pelo menos um pouco mais de carísma. É notável o talento do pequeno Jaden Smith, porém é justamente esse o problema: ele é pequeno demais. Soa falso a grandiosidade dos problemas com sua idade. Não que não existam violência nas escolas, mas por se tratar de filme feito exclusivamente (isso mesmo, é um filme para crianças e pais... não para jovens) para a família, acho que exageraram um pouco.

O ponto positivo do filme fica com a direção e a interpretação do pequeno Jaden e acreditem, Jackie Chan, pois pela primeira vez o vi exercer sua função de ator. Recomendo, como havia dito, para a família. O tema superação e disciplina sempre é bem vindo.

Já o segundo filme também apresentou grandes problemas, e este fica por conta do fraco roteiro. Sandra Bullock aparece exagerada demais, mas isto não era motivo para a mesma ganhar o Framboesa de Ouro, já que seu par romântico, Thomas Haden Church só fazia caras e bocas.

Porém, o que me agradou no filme, foi justamente aquilo que comentei no post anterior: a imprensa marron. É nítido os artifícios usados por alguns jornalísticos como forma de fisgar uns bobos. O filme tem uma "liçãozinha de moral básica", é ma'vante por alguns momentos, mas em diversos momentos me fez rir. Ele termina com uma frase que o fez ganhar uns pontinhos comigo: "Se ama alguém, deixe-o livre. Se tiver que persegui-lo, é porque não é pra ficar com ele".

Bom fica a dica, hoje vejo mais alguns e espero não me decepcionar tanto.
Bom fim de semana!

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Revirando o Baú

Irmão Sol, Irmã Lua

Opaaa. Galera, não tenho certeza se já indiquei este filme, pesquisei aqui no blog e não encontrei.

Hoje, dia de São Francisco de Assis, protetor da natureza, me lembrei da produção italiana de Franco Zeffirelli, de 1972, Irmão Sol, Irmã Lua, que conta a tragetória de Francisco, um burguês que abandona toda sua fortuna para cuidar dos mais necessitados.

Um exemplo de fé e vida que deve ser no mínimo copiado.

Falando nele, hoje vagueando pela net, encontrei o blog da Rosana Jatobá. Super recomendo. Um blog hiper bacana que fala de sustentabilidade e responsabilidades ambientais. Bom saber que além de Francisco e Chico Mendes, existem mais pessoas preocupadas com o destino do nosso planeta.

Boa semana!

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Na Telinha

Que Medo!!!

Não sei se cheguei a comentar aqui, mas tem bastante tempo que não vejo um filme de terror de verdade. Um suspensezinho aqui, outro ali... mas nada assustador.

Há bastante tempo fui ao cinema assistir Pânico 3 e infelizmente ou felizmente este já não estava mais em cartaz, com isso fiquei para ver Halloween - 20 Anos Depois. Nossa... um filmaço! E a partir dele comecei a admirar a atuação de Jamie Lee Curtis. Tentei ver os filmes antigos, mas nunca consegui... Assisti sua continuação e me decepcionei muito com o lixo que vi.

Pois bem, hoje saí pra cortar cabelo com minha sobrinha e resolvemos alugar um filme. Na prateleira vi logo de cara o novo Halloween - O Inicio e aluguei. Sem pretensão nenhuma quanto ao filme, pois muitos já haviam me dito que o filme é assim, um pouco mais ou menos.

Fiquei impressionado com o que vi. O filme é excelente. me fez querer ver todo o resto da coleção. Fiquei pensando assim: "se o remake é bom, imagine o original". Super recomendo o filme para aqueles que gostam do gênero. Um terror com T maiúsculo. Michael Myers arrebenta, amedronta e mata! Mata muuuuuuito.

O ponto fraco do filme fica com o apelo sexual. Achei pesado, mesmo se tratando de filmes de terror. Os responsáveis deveriam ter bolado outras estratégias para tais cenas, pois eram bem desnecessárias.

Fica a dica de filme pro fim de semana. Agora é só chamar a turma e fazer uma boa pipoca (doce).

Bom FDS!!!